"help comes when u need it the most / i'm cured by laughter".
Então porque preciso de ajuda e a minha ainda não chegou? E porque não sou capaz de me curar pelo riso? Eu bem tento, mas nem vontade tenho de me rir.
Mas ao pé de ti tudo muda. Consegues fazer-me rir. Consegues ajudar-me. Consegues...
Mas eu não consigo! Que se passa comigo? Porque é que só tu conseguiste fazer com que eu esqucesse 6 anos com tanta facilidade? Não estava nada à tua espera. Porque apareceste do nada? Porque não me ves? Porque sinto isto? Porque quero dizer o teu nome e não consigo?
Lembro-me vagamente de como é giro e bom termos alguém com quem podemos contar. Lembro-me ligeiramente da sensação de poder andar na rua de mão dada com alguém, abraçado a alguém. Eu queria isso de volta. Mas desta vez queria que fosse diferente. Queria que fosses tu. Queria saber que no final do dia eu soubesse que era contigo que ia estar, com quem podia contar, com quem eu ia rir e chorar. Tenho saudades de poder voltar a falar com alguém.
Já não aguento... "Falling in love again / this time is with u". Como pude deixar que isto acontecesse? Porque aconteceu?
Acerca de mim
- Pedro Barros
- Pombal, Beira Litoral, Portugal
- Às vezes, fazemos tudo bem e mesmo assim perdemos.
domingo, janeiro 30, 2011
sábado, janeiro 29, 2011
Preciso...
Esta porra não anda lá muito fácil...
Quando criei o blog, criei-o com a finaliade de fazer dele uma espécie de diário das minhas actividades. Com o passar do tempo, amadureci a ideia e, decidi fazer do blog uma espécie de apoio a alunos de literatura. Bem vistas as coisas, o blog passou a ser o meu espaço de desabafo. É aqui que me "exponho", que partilho com vocês os meus bons e maus momentos, mas é sobretudo aqui que, me liberto.
É neste espaço que me transponho, que liberto a minha mente e vos digo como sou, como me sinto, como penso.
Muito me tem agradado ver que as visitas subiram, que os comentários surgiram. Muito me tem agradado encontrar-me com alguns de vocês na rua e, saber que me acompanham nesta luta, que me apoiam.
Mas já não sei se quero continuar assim.
Começo a ficar farto de A ver distante. Começo a ficar farto de mim. Começo a ficar farto de querer e não ter, de querer e não conseguir.
Não preciso que me digam só que está tudo bem. Que estou melhor assim. Não preciso só de alguns comentários engraçados. Preciso de participações no jogo do Cadáver Esquisito. Preciso de comentários nos meus textos. Preciso de "porquês?", "como foi?", "o que aconteceu?", preciso muito de Ti.
Preciso do teu sorriso. Preciso dos teus olhos. Preciso muito de Ti.
Não imaginas como me fazes sentir.
Porquê?Porque temos de lutar tanto por algo que queremos? Porque não podemos só desejar e as coisas aconteceriam com a naturalidade de uma chuva que cai e nos molha o corpo? Porque os meus dias são mais alegres agora que te desejo, mas continuo a passar um incessante Outono que parece não ter um fim?
As minhas folhas começam a cair e preciso de um raio de Sol, preciso de uma Primavera que me faça florescer novamente.
Preciso de dormir...
Quando criei o blog, criei-o com a finaliade de fazer dele uma espécie de diário das minhas actividades. Com o passar do tempo, amadureci a ideia e, decidi fazer do blog uma espécie de apoio a alunos de literatura. Bem vistas as coisas, o blog passou a ser o meu espaço de desabafo. É aqui que me "exponho", que partilho com vocês os meus bons e maus momentos, mas é sobretudo aqui que, me liberto.
É neste espaço que me transponho, que liberto a minha mente e vos digo como sou, como me sinto, como penso.
Muito me tem agradado ver que as visitas subiram, que os comentários surgiram. Muito me tem agradado encontrar-me com alguns de vocês na rua e, saber que me acompanham nesta luta, que me apoiam.
Mas já não sei se quero continuar assim.
Começo a ficar farto de A ver distante. Começo a ficar farto de mim. Começo a ficar farto de querer e não ter, de querer e não conseguir.
Não preciso que me digam só que está tudo bem. Que estou melhor assim. Não preciso só de alguns comentários engraçados. Preciso de participações no jogo do Cadáver Esquisito. Preciso de comentários nos meus textos. Preciso de "porquês?", "como foi?", "o que aconteceu?", preciso muito de Ti.
Preciso do teu sorriso. Preciso dos teus olhos. Preciso muito de Ti.
Não imaginas como me fazes sentir.
Porquê?Porque temos de lutar tanto por algo que queremos? Porque não podemos só desejar e as coisas aconteceriam com a naturalidade de uma chuva que cai e nos molha o corpo? Porque os meus dias são mais alegres agora que te desejo, mas continuo a passar um incessante Outono que parece não ter um fim?
As minhas folhas começam a cair e preciso de um raio de Sol, preciso de uma Primavera que me faça florescer novamente.
Preciso de dormir...
domingo, janeiro 23, 2011
O microlímetro 2
Pois é... Esta noite consegui que finalmente a distância entre nós dois ficasse reduzida a essa infima medida... O microlímetro...
Consegui que entre nós não houvesse mais espaço para mais nada a não ser os nossos corpos, colados dançando ao som de uma qualquer música.
Consegui finalmente trincar esse teu algodão doce. Consegui entrar nessa tua mente andante, sem destino e dar-lhe um rumo. Consegui finalmente, ver-te como és... Criança quase errante, andante, qual nómada sem uma casa a que podesses chamar tua. Vi que eramos só um num momento de união com um Cosmos que demorou muito a juntar-nos e não mais deixarei que nos separe. Aproveitei esta noite para conhecer cada microlímetro do teu rosto, das tuas folhas outonais que me olhavam em espanto, do teu algodão doce que trauteava alegremente uma música com que ambos decidimos selar a nossa união. Corri cada microlímetro das tuas mãos e reconheci-as como gémeas das minhas, como irmãs separadas numa infância distante e agora reencontradas. E corri cada microlímetro do teu pescoço com os meus lábios sedentos dessa droga que emanas, que me vicia, que me faz alucinar e desejar cada vez mais. Vicio-me cada vez mais em ti e não passo sem me lembrar dessa mínima distância que ficou entre nós.
Ah... Como eu gostava que tudo não tivesse passado de um sonho, ou mesmo que eu adormecesse e esse sonho se prolongasse pela vida fora...
Ah... Como eu gostava de...
Consegui que entre nós não houvesse mais espaço para mais nada a não ser os nossos corpos, colados dançando ao som de uma qualquer música.
Consegui finalmente trincar esse teu algodão doce. Consegui entrar nessa tua mente andante, sem destino e dar-lhe um rumo. Consegui finalmente, ver-te como és... Criança quase errante, andante, qual nómada sem uma casa a que podesses chamar tua. Vi que eramos só um num momento de união com um Cosmos que demorou muito a juntar-nos e não mais deixarei que nos separe. Aproveitei esta noite para conhecer cada microlímetro do teu rosto, das tuas folhas outonais que me olhavam em espanto, do teu algodão doce que trauteava alegremente uma música com que ambos decidimos selar a nossa união. Corri cada microlímetro das tuas mãos e reconheci-as como gémeas das minhas, como irmãs separadas numa infância distante e agora reencontradas. E corri cada microlímetro do teu pescoço com os meus lábios sedentos dessa droga que emanas, que me vicia, que me faz alucinar e desejar cada vez mais. Vicio-me cada vez mais em ti e não passo sem me lembrar dessa mínima distância que ficou entre nós.
Ah... Como eu gostava que tudo não tivesse passado de um sonho, ou mesmo que eu adormecesse e esse sonho se prolongasse pela vida fora...
Ah... Como eu gostava de...
sexta-feira, janeiro 21, 2011
A aparição de mim em mim mesmo...
Para ser diferente, hoje não escrevo ao som de James. Escrevo ao som de Ana Carolina e Seu Jorge. Que bom. Mesmo muito bom.
Mas mais uma vez o tema de um texto impõe-se e faltam me as ideias.
E então surge a ideia de um livro, de uma frase. "A Aparição", Virgilio Ferreira. Autor grande da nossa literatura.
Este seu livro li-o pela primeira vez com a idade de 16anos. Dois anos depois estaria a estudar a obra no meu 12º ano de escolaridade.
É um livro magnifico de um grande autor, mas o que mais surpreendeu na obra, foi a facilidade com que me identificava com algumas das personagens que iam travando contacto com o professor.
No entanto, de todas as personagens com as quais me identificam, duas tornaram-se para mim particularmente fascinantes. Bexiguinha e o próprio professor/protagonista.
Com Bexiguinha, identifico me, por também eu, questionar as coisas como ele. A ideia de podermos ter a vida e a morte na palma da nossa mão é algo de extremamente indiscritivel. Abomino a ideia de fazer mal a uma vida humana, mas também como ele já matei galinhas sem ser para depois as comer. (eram as galinhas do vizinho!!) E esta ideia de ter o poder é magnifica, torna nos poderosos, torna nos em Deuses na Terra. Somos nós quem põe e dispõe da vida de outros. Não me identifico com ele em crer que podemos tirar a vida a outro ser humano. Essa é uma decisão que não devemos ser nós a tomar. Fica ao critério do Acaso, mas a simples ideia de termos esse poder corre a minha mente e arrepia me as carnes.
Com o professor, só me posso identificar pelo conflito pessoal interior. A ideia de que podemos ter um Caminho pré-determinado por Algo ou Alguém é abominável. A ideia de não saber quem somos, porque somos, do que somos, são perguntas constantes na minha cabeça.
E continuo na incessante busca dessa aparição de mim em mim mesmo. Vejo me ao espelho e não me reconheço. Vejo me diferente, amargurado, feliz, triste, contente, resignado, desconformado, a favor, do contra... E no meio de todos estes adjectivos, qual o que melhor me define? Ainda procuro a resposta...
"Já sei olhar o rio por onde a vida passa/
(...)
vou deixar a rua me levar/
ver a cidade se acender/
a lua vai banhar esse lugar/
e eu vou lembrar você"
Não... Não é para ela... É para TI
Mas mais uma vez o tema de um texto impõe-se e faltam me as ideias.
E então surge a ideia de um livro, de uma frase. "A Aparição", Virgilio Ferreira. Autor grande da nossa literatura.
Este seu livro li-o pela primeira vez com a idade de 16anos. Dois anos depois estaria a estudar a obra no meu 12º ano de escolaridade.
É um livro magnifico de um grande autor, mas o que mais surpreendeu na obra, foi a facilidade com que me identificava com algumas das personagens que iam travando contacto com o professor.
No entanto, de todas as personagens com as quais me identificam, duas tornaram-se para mim particularmente fascinantes. Bexiguinha e o próprio professor/protagonista.
Com Bexiguinha, identifico me, por também eu, questionar as coisas como ele. A ideia de podermos ter a vida e a morte na palma da nossa mão é algo de extremamente indiscritivel. Abomino a ideia de fazer mal a uma vida humana, mas também como ele já matei galinhas sem ser para depois as comer. (eram as galinhas do vizinho!!) E esta ideia de ter o poder é magnifica, torna nos poderosos, torna nos em Deuses na Terra. Somos nós quem põe e dispõe da vida de outros. Não me identifico com ele em crer que podemos tirar a vida a outro ser humano. Essa é uma decisão que não devemos ser nós a tomar. Fica ao critério do Acaso, mas a simples ideia de termos esse poder corre a minha mente e arrepia me as carnes.
Com o professor, só me posso identificar pelo conflito pessoal interior. A ideia de que podemos ter um Caminho pré-determinado por Algo ou Alguém é abominável. A ideia de não saber quem somos, porque somos, do que somos, são perguntas constantes na minha cabeça.
E continuo na incessante busca dessa aparição de mim em mim mesmo. Vejo me ao espelho e não me reconheço. Vejo me diferente, amargurado, feliz, triste, contente, resignado, desconformado, a favor, do contra... E no meio de todos estes adjectivos, qual o que melhor me define? Ainda procuro a resposta...
"Já sei olhar o rio por onde a vida passa/
(...)
vou deixar a rua me levar/
ver a cidade se acender/
a lua vai banhar esse lugar/
e eu vou lembrar você"
Não... Não é para ela... É para TI
A ti... Minha irmã...
Cara Cândida... Obrigado simplesmente por seres a minha irmã, a minha melhor amiga e a minha confidente.
Obrigado pelos conselhos, obrigado por me chateares, obrigado por me ouvires e por me aturares.
Houveram alturas no passado em que desejei ter sido filho unico, mas hoje, há distância do tempo, vejo que faltaria sempre algo de mim... Ainda bem que apareceste. Ainda bem que és quem és. Ainda bem que és tu.
Desculpa o mal que te fiz... Nunca me esquecerei e sempre me arrependerei.
Desculpa quando não te ouvia, desculpa não ter estado mais presente, desculpa, desculpa, desculpa...
Adoro te e obrigado só por seres...
Obrigado pelos conselhos, obrigado por me chateares, obrigado por me ouvires e por me aturares.
Houveram alturas no passado em que desejei ter sido filho unico, mas hoje, há distância do tempo, vejo que faltaria sempre algo de mim... Ainda bem que apareceste. Ainda bem que és quem és. Ainda bem que és tu.
Desculpa o mal que te fiz... Nunca me esquecerei e sempre me arrependerei.
Desculpa quando não te ouvia, desculpa não ter estado mais presente, desculpa, desculpa, desculpa...
Adoro te e obrigado só por seres...
quarta-feira, janeiro 19, 2011
Aos meus amigos
Este, dedico o aos meus amigos...
Tenho vos a agradecer por todas as palavras e atitudes de conforto num tempo tão dificil como foi aquele porque passei. Tenho em particular de agradecer à minha irmã e, ela sabe bem porquê. Por tudo e por nada, obrigado mana!!! Ao amigo Jorge um agradecimento especial. Devia te ter dado ouvidos muito antes. (e já te disse que deixei o alcool). À amiga Pipita, muito obrigado por tudo, mas mesmo tudo. Por todas as palavras, mas sobretudo por me teres ajudado a perceber que independente de tudo, consigo ser capaz de grandes coisas. Que sou melhor e mais forte do que tudo, simplesmente por SER EU. Obrigado mesmo.
A todos os restantes amigos, agradeço o silêncio de apoio, mas informo que às vezes é bom falar. A todos os que quiserem saber, podem perguntar.
A ti... Obrigado por teres aparecido do nada. Obrigado por seres e existires. Muito obrigado mesmo. Há sempre algo mais e tu em tão pouco tempo mostraste me isso.
Beijos e abraços a todos/as. Adoro vos
Tenho vos a agradecer por todas as palavras e atitudes de conforto num tempo tão dificil como foi aquele porque passei. Tenho em particular de agradecer à minha irmã e, ela sabe bem porquê. Por tudo e por nada, obrigado mana!!! Ao amigo Jorge um agradecimento especial. Devia te ter dado ouvidos muito antes. (e já te disse que deixei o alcool). À amiga Pipita, muito obrigado por tudo, mas mesmo tudo. Por todas as palavras, mas sobretudo por me teres ajudado a perceber que independente de tudo, consigo ser capaz de grandes coisas. Que sou melhor e mais forte do que tudo, simplesmente por SER EU. Obrigado mesmo.
A todos os restantes amigos, agradeço o silêncio de apoio, mas informo que às vezes é bom falar. A todos os que quiserem saber, podem perguntar.
A ti... Obrigado por teres aparecido do nada. Obrigado por seres e existires. Muito obrigado mesmo. Há sempre algo mais e tu em tão pouco tempo mostraste me isso.
Beijos e abraços a todos/as. Adoro vos
domingo, janeiro 16, 2011
Johnny yen
Este é o nome de uma música dos James... Música muito fixe...
Jony é um tipo que tem bués de azares na vida e chega mesmo a vender se aos bocados. "he sold his little finger to THE SUN his all hand to THE NEWS OF THE WORLD". Ganda maluco... Será que posso fazer o mesmo? Vender um braço ou uma perna ao Correio da Manhã? Era giro. Um dia hei de experimentar...
Jony é um tipo que tem bués de azares na vida e chega mesmo a vender se aos bocados. "he sold his little finger to THE SUN his all hand to THE NEWS OF THE WORLD". Ganda maluco... Será que posso fazer o mesmo? Vender um braço ou uma perna ao Correio da Manhã? Era giro. Um dia hei de experimentar...
sexta-feira, janeiro 14, 2011
Talvez um dia...
Eu bem tento manter me afastado desta porra... Mas ultimamente não tenho conseguido...
Para não variar dou sempre comigo a ouvir James e, a dar me esta enorme vontade de escrever.
Mas o problema persiste. Escrever o quê? Sobre o quê?
NÃO... NÃO ESCREVO MAIS SOBRE TI... Fartei me... Cansei me... Usei contigo todos os adjectivos que um Amor como o meu conhece. Puxei de toda a Retórica Antiga e nada resultou. BASTA...
O que precisas de saber, sempre o soubeste... Estarei sempre presente... Mas não mais te amarei por toda a vida. Adorar te ei, mas será só. Como um amigo, estarei lá quando precisares desabafar e, estarei lá para te dizer "vês... eu tinha razão, eu avisei te", mas também direi que apesar disso fizeste bem em viver a vida...
Mas chega... Lá estava eu outra vez a falar de ti...
Agora vou falar de... Mim... E da maioria das pessoas do sexo masculino...
A facilidade que nós temos para nos apaixonarmos é deveras incrivel... Parece impossível, mas é verdade. Só precisamos que alguém nos fale de uma maneira diferente, só precisamos de um elogio, só precisamos de ser comparados e, ficamos logo de queixo caído... Demais. Porque será que somos assim? E ainda mais... Porque temos tanta dificuldade em nos exprimirmos quando o assunto é algo mais precioso do que uma amizade? Porquê tanta dificuldade em demonstrar que amamos? A minha única explicação é.................................... MEDO!!!!!! Porque temos medo de levar uma tampa, porque temos medo de não levar uma tampa, porque temos medo de ser correspondidos, ou de não sermos correspondidos, mas sobretudo porque acho que temos medo de transformar uma amizade em algo mais que isso, ou mesmo que não seja isso, medo de a transformar em algo esquisito.
E porque raio temos a mania de ser tão apressados? Porque nunca podemos tentar esperar mais um tempo para ver se as coisas correm bem ou não? Porque gostava de falar contigo já hoje e dizer te que és bem gira, que sempre olhei para ti de maneira diferente, que gostava de um dia te poder amar como já amei antes e que, gostaria de ser amado? Porque te acho diferente de todas? Porque passas tão despercebida a outros, mas a mim não és capaz de me deixar indiferente? Nunca foste! Porque não nos sentamos e conhecemos melhor? Porque não deixas? Porque não queres? Gostava mesmo muito de estar contigo...
TALVEZ UM DIA
Post scriptum: Não estou apaixonado, mas posso vir a estar...eheheh
Para não variar dou sempre comigo a ouvir James e, a dar me esta enorme vontade de escrever.
Mas o problema persiste. Escrever o quê? Sobre o quê?
NÃO... NÃO ESCREVO MAIS SOBRE TI... Fartei me... Cansei me... Usei contigo todos os adjectivos que um Amor como o meu conhece. Puxei de toda a Retórica Antiga e nada resultou. BASTA...
O que precisas de saber, sempre o soubeste... Estarei sempre presente... Mas não mais te amarei por toda a vida. Adorar te ei, mas será só. Como um amigo, estarei lá quando precisares desabafar e, estarei lá para te dizer "vês... eu tinha razão, eu avisei te", mas também direi que apesar disso fizeste bem em viver a vida...
Mas chega... Lá estava eu outra vez a falar de ti...
Agora vou falar de... Mim... E da maioria das pessoas do sexo masculino...
A facilidade que nós temos para nos apaixonarmos é deveras incrivel... Parece impossível, mas é verdade. Só precisamos que alguém nos fale de uma maneira diferente, só precisamos de um elogio, só precisamos de ser comparados e, ficamos logo de queixo caído... Demais. Porque será que somos assim? E ainda mais... Porque temos tanta dificuldade em nos exprimirmos quando o assunto é algo mais precioso do que uma amizade? Porquê tanta dificuldade em demonstrar que amamos? A minha única explicação é.................................... MEDO!!!!!! Porque temos medo de levar uma tampa, porque temos medo de não levar uma tampa, porque temos medo de ser correspondidos, ou de não sermos correspondidos, mas sobretudo porque acho que temos medo de transformar uma amizade em algo mais que isso, ou mesmo que não seja isso, medo de a transformar em algo esquisito.
E porque raio temos a mania de ser tão apressados? Porque nunca podemos tentar esperar mais um tempo para ver se as coisas correm bem ou não? Porque gostava de falar contigo já hoje e dizer te que és bem gira, que sempre olhei para ti de maneira diferente, que gostava de um dia te poder amar como já amei antes e que, gostaria de ser amado? Porque te acho diferente de todas? Porque passas tão despercebida a outros, mas a mim não és capaz de me deixar indiferente? Nunca foste! Porque não nos sentamos e conhecemos melhor? Porque não deixas? Porque não queres? Gostava mesmo muito de estar contigo...
TALVEZ UM DIA
Post scriptum: Não estou apaixonado, mas posso vir a estar...eheheh
quinta-feira, janeiro 13, 2011
PEDRO vs BARROS
Meus amigos:
Ontem numa pequena (4h!) conversa de café com alguns amigos, disseram me uma coisa extremamente engraçada, que com o passar do tempo começo a acreditar que realmente seja verdade...
Disseram me que quando sou o Pedro sou uma pessoa completamente diferente do Barros. E acrescentaram mesmo que, gostam muito mais do Pedro do que do Barros.
Pois é meus amigos... Eu fui o Barros durante muito tempo... Preparem se................
O PEDRO ESTÁ DE VOLTA E VAI ARRASAR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ontem numa pequena (4h!) conversa de café com alguns amigos, disseram me uma coisa extremamente engraçada, que com o passar do tempo começo a acreditar que realmente seja verdade...
Disseram me que quando sou o Pedro sou uma pessoa completamente diferente do Barros. E acrescentaram mesmo que, gostam muito mais do Pedro do que do Barros.
Pois é meus amigos... Eu fui o Barros durante muito tempo... Preparem se................
O PEDRO ESTÁ DE VOLTA E VAI ARRASAR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
quarta-feira, janeiro 12, 2011
O MICROLIMETRO
O Microlímetro...????
Perguntam vocês muito bem! Ok... Eu passo a explicar... O microlímetro é a medida de distância mais pequena existente. É mais pequeno do que o milímetro.
É a medida que encontrei para descrever a distância a que quero estar de todos vocês. É a medida que encontrei para descrever o quão bem conheço o teu corpo, ou pelo menos, o quanto gostaria de conhecer.
Se soubesses o quanto gostaria de percorrer com as minhas mãos cada microlímetro do teu corpo, do teu rosto, da tua boca! Se soubesses como me fazes sentir! Se soubesses o que me fazes desejar, pensar, imaginar, sonhar... Se soubesses...
Estou tão perto de ti e tão longe... Tenho medo... Não tenho medo... Desejo te... Não desejo...
"May your eyes be opened by the wonderful"
Abre os teus olhos para a maravilha de uma VIDA de amores e desamores, deixa me entrar na tua vida... Na tua cabeça... No teu coração...
"senhores e senhoras, bem vindos à nossa doença.
Dêem nos uma ovação de pé e a vossa simpatia, por favor.
(...)
O único bom artista é um artista morto.
O único bom artista é um artista a sofrer."
Será que ele pode ter assim tanta razão? Será mesmo que é verdade?
Perguntam vocês muito bem! Ok... Eu passo a explicar... O microlímetro é a medida de distância mais pequena existente. É mais pequeno do que o milímetro.
É a medida que encontrei para descrever a distância a que quero estar de todos vocês. É a medida que encontrei para descrever o quão bem conheço o teu corpo, ou pelo menos, o quanto gostaria de conhecer.
Se soubesses o quanto gostaria de percorrer com as minhas mãos cada microlímetro do teu corpo, do teu rosto, da tua boca! Se soubesses como me fazes sentir! Se soubesses o que me fazes desejar, pensar, imaginar, sonhar... Se soubesses...
Estou tão perto de ti e tão longe... Tenho medo... Não tenho medo... Desejo te... Não desejo...
"May your eyes be opened by the wonderful"
Abre os teus olhos para a maravilha de uma VIDA de amores e desamores, deixa me entrar na tua vida... Na tua cabeça... No teu coração...
"senhores e senhoras, bem vindos à nossa doença.
Dêem nos uma ovação de pé e a vossa simpatia, por favor.
(...)
O único bom artista é um artista morto.
O único bom artista é um artista a sofrer."
Será que ele pode ter assim tanta razão? Será mesmo que é verdade?
terça-feira, abril 06, 2010
"o dia em que naci moura e pereça"
Este meu novo texto tem o título de um poema do grande poeta épico português Luíz Vaz de Camões. No entanto o conteúdo do texto que se segue nada terá a ver com o pema a não ser a minha vontade de amaldiçoar o dia em que "naci". Nesse mesmo dia a terra devia ter-se aberto debaixo dos pés do médico e eu deveria ter sido engolido por esse buraco. Deveria agora definhar no Hades profundo, chorando eternamente a luz do dia que nunca devia ter visto, chorando a vida que não devia ter vivido, nem levado. Mas acima de tudo, deveria penetenciar-me pelo sofrimento que inflijo aos que me rodeiam e que nunca deveria ter provocado se naquele instante Hades me tivesse levado com ele para a sua morada subterrânea.
Uma vez lá, transposto o rio e entregue o bolo à besta Cerberus, não mais voltaria a pisar terrenos terrestres e para sempre vaguearia por espaços escuros sofrendo mil tormentas nas mãos de mais mil condenados. E sempre que por ímpeto hercúleo, uma vontade me indicasse a luz de saída de tamanho sofrimento, a Besta se encarregaria de me rasgar a carne, para sempre imortal e não pálpavel para mais uma vez regressar para junto dos mortos. Deveria ter sido o meu destino. Um destino em tudo semelhante a Atlas. Deveria eu carregar o peso dos Céus nos meus ombros e dia após dia um abutre de apetite voraz me devoraria um bocado de carne. Mas essa minha eternidade de sofrimento faria com que, sempre, a ferida cicatrizasse e mais uma vez este mesmo abutre viria e me desfizesse mais uma costela, ou um rim ou mesmo o coração!
Antes o meu sofrimento fosse mortal, para que no momento em que me arrancassem o coração, não mais sentisse nada de nada. Vai-se o coração, mas deixem-me com a razão. Oh Grandes Titãs... Para que nos criastes para viver uma vida de tormentas e sofrimentos? E vós? Agora encurralados para todo o sempre no Tártaro! Terá sido esse o vosso castigo pela criação de tão medonho ser como eu? Se assim foi, cumpro de bom grado a penitência por vós. Oh Deuses... Vós que se deixam ficar nos vossos assentos Olímpicos enquanto me vêm definhar para vosso deleite! Acabai de vez com este meu sofrimento e deixai que uma vez eu possa dizer que fui feliz! Permitei-me esse pequeno prazer.
Mas partirei com a certeza de que com a minha infelicidade deixei alguém feliz.
Permitei-me partir gritando urras de Amor encontrado e para sempre perdido. Urras de Amor condenado... urras de amor infeliz. Como posso eu, um ser tão mesquinho, tão insignificante e pequeno provocar tanto sofrimento?
Oh Deuses... Amaldiçoo o dia em que não morri, nem pereci. Amaldiçoo o dia em que sofro mil sofrimentos por cada um que causo. Deixem-me partir. Libertem-me deste triste Fado!
Não deveríamos todos ter direito ao mínimo de felicidade? Não deveria ter tido a oportunidade de ser feliz? E quando me perguntarem se não o fui junto das pessoas que mais amo, responderei que qual Midas, a minha sina não foi transformar em ouro tudo o que tocasse, mas transformar em infelicidades eternas os segundos de felicidade que me foram concedidos.
"O dia em que naci, moura e pereça"
Uma vez lá, transposto o rio e entregue o bolo à besta Cerberus, não mais voltaria a pisar terrenos terrestres e para sempre vaguearia por espaços escuros sofrendo mil tormentas nas mãos de mais mil condenados. E sempre que por ímpeto hercúleo, uma vontade me indicasse a luz de saída de tamanho sofrimento, a Besta se encarregaria de me rasgar a carne, para sempre imortal e não pálpavel para mais uma vez regressar para junto dos mortos. Deveria ter sido o meu destino. Um destino em tudo semelhante a Atlas. Deveria eu carregar o peso dos Céus nos meus ombros e dia após dia um abutre de apetite voraz me devoraria um bocado de carne. Mas essa minha eternidade de sofrimento faria com que, sempre, a ferida cicatrizasse e mais uma vez este mesmo abutre viria e me desfizesse mais uma costela, ou um rim ou mesmo o coração!
Antes o meu sofrimento fosse mortal, para que no momento em que me arrancassem o coração, não mais sentisse nada de nada. Vai-se o coração, mas deixem-me com a razão. Oh Grandes Titãs... Para que nos criastes para viver uma vida de tormentas e sofrimentos? E vós? Agora encurralados para todo o sempre no Tártaro! Terá sido esse o vosso castigo pela criação de tão medonho ser como eu? Se assim foi, cumpro de bom grado a penitência por vós. Oh Deuses... Vós que se deixam ficar nos vossos assentos Olímpicos enquanto me vêm definhar para vosso deleite! Acabai de vez com este meu sofrimento e deixai que uma vez eu possa dizer que fui feliz! Permitei-me esse pequeno prazer.
Mas partirei com a certeza de que com a minha infelicidade deixei alguém feliz.
Permitei-me partir gritando urras de Amor encontrado e para sempre perdido. Urras de Amor condenado... urras de amor infeliz. Como posso eu, um ser tão mesquinho, tão insignificante e pequeno provocar tanto sofrimento?
Oh Deuses... Amaldiçoo o dia em que não morri, nem pereci. Amaldiçoo o dia em que sofro mil sofrimentos por cada um que causo. Deixem-me partir. Libertem-me deste triste Fado!
Não deveríamos todos ter direito ao mínimo de felicidade? Não deveria ter tido a oportunidade de ser feliz? E quando me perguntarem se não o fui junto das pessoas que mais amo, responderei que qual Midas, a minha sina não foi transformar em ouro tudo o que tocasse, mas transformar em infelicidades eternas os segundos de felicidade que me foram concedidos.
"O dia em que naci, moura e pereça"
Amo te Muito
Pois é... Quem tem culpa quando acabam as relações? Sempre os homens! Mas que merda... estou à beira de perder a minha namorada por causa de uma cena de ciúmes... Mas que caralho se passa comigo? Eu não era assim... Eu não sou assim... Mas uma coisa é certa... Amo-a muito, mais do que ela possa saber, porque nunca lho disse... E choro, e sofro e aperto o peito de tanto que ele me dói. Mas que hei-de fazer? Como posso fazer ver a minha namorada que eu fui simplesmente um garoto, estúpido que deitei tudo a perder por não saber dar valor ao que tinha de mais precioso!
Amo-te muito e não te posso/quero perder. És tu que me dá alento! Lembras-te de me perguntar como conseguia aguentar com todos os meus problemas da minha vida pessoal? És tu! Tu é que me fazes rir e dar valor à vida de merda que tenho...
Amo-te muito e não te posso/quero perder. És tu que me dá alento! Lembras-te de me perguntar como conseguia aguentar com todos os meus problemas da minha vida pessoal? És tu! Tu é que me fazes rir e dar valor à vida de merda que tenho...
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Sou
Pois é pessoal... Ganhei coragem e vou escrever o porquê de todas as minhas angústias e desilusões!
Aqui há coisa de uns anos, alguém se lembrou de montar uma pequena empresa, mas não a podia montar em seu nome. Como tal, tinha de arranjar alguém que desse o nome, apesar de não a gerir. Ora, como se está a ver, aqui o coitado, sempre disponível para ajudar os outros, disse que sim. No entanto, os negócios não correram bem e eu fiquei com uma divida de 20 e tal mil euros para pagar.
Vejamos:
Tendo eu a idade que tenho e estando na Primavera da minha vida, fiquei com problemas até ao Inverna da minha vida. Esta é tão somente a razão de maior. Apesar de existirem outras.
Sou filho de pais "divorciados". Custou-me a minha infância. Eu sofri o mesmo que a minha mãe 30 anos antes de mim... Eu fui para a escola de sapatilhas rotas. Hoje para me poder aguentar, pagar as dividas, ajudar a mãe, o pai, a mana, tenho de ter dois trabalhos, tenho de fazer 10 horas de trabalho seguidas, tenho de aturar garotos que me deixam os cabelos em pé, tenho de aturar colegas de trabalho, que se soubessem a minha vida, metiam-se na deles e reduziam-se à sua insignificância. EU DEIXEI O CURSO A MEIO/NO FIM PARA A MINHA IRMÃ PODER ESTUDAR E ACABAR O CURSO DELA!!!!! Mas eu hei-de acabar o meu, mesmo que nunca lhe chegue a dar uso. Mas meus amigos.... Cá sigo mais um dia para poder abrir a minha alma, cá sigo mais um dia para poder brincar e chorar e amar e tudo mais.
Getting away with it all, that's called living. E não é isso que faço? Ando para a frente com tudo. Vivo e divirto-me.
Não dá para me ir abaixo. Tenho de ser capaz de viver mais um dia. Tenho de ser capaz de... Tenho de ter esperança que o dia de amanhã será diferente e me trará cores diferentes e tristezas diferentes e alegrias e solidões e tudo mais de bom e de mau. Mas VIVO. E sempre com um pensamento que me alegra... Eu estou mal, mas há piores. Com o mal dos outros posso eu bem.
Às vezes apetece desaparecer, estar em todo o lado e em lado nenhum, ser um espirito, um som, uma aragem que passa e "des-passa" que não fica, como eu, interminavelmente na esperança de algo. Que percorre o espaço discretamente. Era isso que queria... Percorrer o espaço discretamente.
Mas não posso dizer que não sou feliz.... SOU...
Aqui há coisa de uns anos, alguém se lembrou de montar uma pequena empresa, mas não a podia montar em seu nome. Como tal, tinha de arranjar alguém que desse o nome, apesar de não a gerir. Ora, como se está a ver, aqui o coitado, sempre disponível para ajudar os outros, disse que sim. No entanto, os negócios não correram bem e eu fiquei com uma divida de 20 e tal mil euros para pagar.
Vejamos:
Tendo eu a idade que tenho e estando na Primavera da minha vida, fiquei com problemas até ao Inverna da minha vida. Esta é tão somente a razão de maior. Apesar de existirem outras.
Sou filho de pais "divorciados". Custou-me a minha infância. Eu sofri o mesmo que a minha mãe 30 anos antes de mim... Eu fui para a escola de sapatilhas rotas. Hoje para me poder aguentar, pagar as dividas, ajudar a mãe, o pai, a mana, tenho de ter dois trabalhos, tenho de fazer 10 horas de trabalho seguidas, tenho de aturar garotos que me deixam os cabelos em pé, tenho de aturar colegas de trabalho, que se soubessem a minha vida, metiam-se na deles e reduziam-se à sua insignificância. EU DEIXEI O CURSO A MEIO/NO FIM PARA A MINHA IRMÃ PODER ESTUDAR E ACABAR O CURSO DELA!!!!! Mas eu hei-de acabar o meu, mesmo que nunca lhe chegue a dar uso. Mas meus amigos.... Cá sigo mais um dia para poder abrir a minha alma, cá sigo mais um dia para poder brincar e chorar e amar e tudo mais.
Getting away with it all, that's called living. E não é isso que faço? Ando para a frente com tudo. Vivo e divirto-me.
Não dá para me ir abaixo. Tenho de ser capaz de viver mais um dia. Tenho de ser capaz de... Tenho de ter esperança que o dia de amanhã será diferente e me trará cores diferentes e tristezas diferentes e alegrias e solidões e tudo mais de bom e de mau. Mas VIVO. E sempre com um pensamento que me alegra... Eu estou mal, mas há piores. Com o mal dos outros posso eu bem.
Às vezes apetece desaparecer, estar em todo o lado e em lado nenhum, ser um espirito, um som, uma aragem que passa e "des-passa" que não fica, como eu, interminavelmente na esperança de algo. Que percorre o espaço discretamente. Era isso que queria... Percorrer o espaço discretamente.
Mas não posso dizer que não sou feliz.... SOU...
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Blogg - A finalidade
Para começar... O que estarei a ouvir? Pois é... Sempre o mesmo... Só com estas músicas é que me dá vontade de escrever. E vejam lá o tema desta vez!
Após ter estado a passar estes meus olhos pelos blogues de alguns amigos meus, pus-me a pensar... Qual a finalidade de um blog? E eis que chego à conclusão que a minha opinião, difere da opinião dos demais.
Acho que um blog deve servir, antes demais como uma espécie de journal, ou seja, um pequeno diário, onde expressamos os nossos desejos e anseios. Nada do outro mundo, até porque é o que faço no meu. Mas vejo os meus amigos e chego a pensar que afinal não é nada disso.
Vejamos: Um tem um blog, só para desejar um bom fim de semana, e para mandar beijos e abraços para os amigos que o têm seguido no seu blog e ainda por cima, recebe 30/40 comentários por desejar um bom fds. Mas tá tudo maluco?
Outro escreve no seu blog as notícias da actualidade. Mas então para que servem os noticiários? Pronto... Tudo bem... Ele até deixa os seus comentários pessoais a essas mesmas noticias, mas para isso não precisa de nos apresentar primeiro as noticias. Basta deixar o comentário.
Por fim chega o meu amigo Leandro. Esse sim, tem um blog à maneira. Os textos são lindos, e reflectem a sua pessoa, sem medos nem receios de se mostrar aos cibernautas que desejem visitar o SEU espaço. (grande Leandro... Um enorme abraço). Pena seja que ele não escreva mais vezes.
Ora... Mesmo assim, apesar de não etenderem o propósito de utilização de um blog, dou-lhes os parabéns, por a espaços, descobrirem e se lembrarem que sabem escrever e postar alguns textos quase brilhantes.
Serão ciúmes ou inveja? Chamem o que quiserem, mas é para isto que SERVE um blog!
E já agora, espero que este novo ano seja o ano de concretização de todos os nossos desejos
Após ter estado a passar estes meus olhos pelos blogues de alguns amigos meus, pus-me a pensar... Qual a finalidade de um blog? E eis que chego à conclusão que a minha opinião, difere da opinião dos demais.
Acho que um blog deve servir, antes demais como uma espécie de journal, ou seja, um pequeno diário, onde expressamos os nossos desejos e anseios. Nada do outro mundo, até porque é o que faço no meu. Mas vejo os meus amigos e chego a pensar que afinal não é nada disso.
Vejamos: Um tem um blog, só para desejar um bom fim de semana, e para mandar beijos e abraços para os amigos que o têm seguido no seu blog e ainda por cima, recebe 30/40 comentários por desejar um bom fds. Mas tá tudo maluco?
Outro escreve no seu blog as notícias da actualidade. Mas então para que servem os noticiários? Pronto... Tudo bem... Ele até deixa os seus comentários pessoais a essas mesmas noticias, mas para isso não precisa de nos apresentar primeiro as noticias. Basta deixar o comentário.
Por fim chega o meu amigo Leandro. Esse sim, tem um blog à maneira. Os textos são lindos, e reflectem a sua pessoa, sem medos nem receios de se mostrar aos cibernautas que desejem visitar o SEU espaço. (grande Leandro... Um enorme abraço). Pena seja que ele não escreva mais vezes.
Ora... Mesmo assim, apesar de não etenderem o propósito de utilização de um blog, dou-lhes os parabéns, por a espaços, descobrirem e se lembrarem que sabem escrever e postar alguns textos quase brilhantes.
Serão ciúmes ou inveja? Chamem o que quiserem, mas é para isto que SERVE um blog!
E já agora, espero que este novo ano seja o ano de concretização de todos os nossos desejos
quinta-feira, novembro 12, 2009
Literatura
Vamos fazer um jogo...
O jogo do cadáver esquisito.
Este é um jogo muito usado com estudantes de literatura. Serve para mostrar que muitas das vezes o processo criativo de um poeta não é tão doloroso ou penoso quanto possa parecer.
Um dia servir-me-ei deste espaço para ensinar mais a todos. E se algum dia me enganar........ que eu seja corrigido.
Passemos às regras do jogo. Este consiste em construir um poema. Cada um de nós dará uma frase e só UMA frase. Não interessa o que escrevem, desde que seja uma frase, nem interessa sobre o que escrevem. No final veremos o resultado. Lógico que isto teria muito mais interesse se fossemos escrever a nossa frase sem conhecer a frase dos outros, mas assim terá de servir. Espero que se divirtam a ver o nosso resultado final. Se optarem por não escrever a vossa frase, terei de o fazer sózinho (uma frase por dia, talvez) e verei eu o meu resultado. Mas preferia que isso não acontecesse. (Beto, se vires isto, chama os teus amigos para a brincadeira). Começo eu:
Serás giesta
O jogo do cadáver esquisito.
Este é um jogo muito usado com estudantes de literatura. Serve para mostrar que muitas das vezes o processo criativo de um poeta não é tão doloroso ou penoso quanto possa parecer.
Um dia servir-me-ei deste espaço para ensinar mais a todos. E se algum dia me enganar........ que eu seja corrigido.
Passemos às regras do jogo. Este consiste em construir um poema. Cada um de nós dará uma frase e só UMA frase. Não interessa o que escrevem, desde que seja uma frase, nem interessa sobre o que escrevem. No final veremos o resultado. Lógico que isto teria muito mais interesse se fossemos escrever a nossa frase sem conhecer a frase dos outros, mas assim terá de servir. Espero que se divirtam a ver o nosso resultado final. Se optarem por não escrever a vossa frase, terei de o fazer sózinho (uma frase por dia, talvez) e verei eu o meu resultado. Mas preferia que isso não acontecesse. (Beto, se vires isto, chama os teus amigos para a brincadeira). Começo eu:
Serás giesta
"help comes when u need it the most; i'm cured by laughter"
"help comes when u need it the most; i'm cured by laughter".
"A ajuda chega quando menos precisas, curo-me pelo riso" Que bela verdade. Tenho mesmo de rir para não chorar.
A vida é um caos... apetece-me dizer asneiras... Puta que pariu o gajo que inventou a vida. Para que andamos cá se não só para sofrer?
O menino Jesus quando se ofereceu para ir para a cruz para redimir todos os pecados da humanidade, esqueceu-se de avisar que todos os que viessem a seguir também teriam de passar pelo mesmo. Se ele tivesse avisado, de certeza que os outros não o tinham entregado...
Mas pronto... Quando me dão estas diarreias cerebrais, lembro-me da minha mãe, minha maior amiga, dos meus colegas do PD, todos meus amigos, da minha irmã, minha confidente. E regresso ao meu "habitat" natural. Volto a ser eu. Sempre a brincar, sempre bem disposto e disponivel, sempre teso, mas alegre e com a certeza de que se eu estou mal é porque ajudei alguém a ficar melhor. Isso serve-me de consolo...
___________________________________________________________________
E tu?
És diferente.
Quando te conheci, não vi nada de especial. Vi apenas uma maluca sem jeito. A ideia com que fiquei de ti foi a de que um dia serias a minha melhor amiga...........(colorida)......................E assim foi. Lembras-te de sairmos da aula? E o que fizemos depois? Lembras-te do que te disse? Eu lembro! Lembras-te do que te disse antes? Eu lembro! Lembro-me de tudo...
Lembro-me até de te ter dito que te amava. Mas já era tarde. É esta a minha sina... Chegar sempre tarde. E depois perdi-te, como perdi tudo e todos naquele tempo. Mas o desejo foi crescendo até ter rebentado e se ter tornado, infelizmente, num sonho, que já não sei se foi real ou imaginário.
Como eu gostei de ti, nem o melhor dos românticos o poderia descrever. Como eu te amei, nem o melhor pintor pode desenhar!
Mas passou.
Acordei do meu sonho, e depois de ti a minha vida foi um pesadelo........
"A ajuda chega quando menos precisas, curo-me pelo riso" Que bela verdade. Tenho mesmo de rir para não chorar.
A vida é um caos... apetece-me dizer asneiras... Puta que pariu o gajo que inventou a vida. Para que andamos cá se não só para sofrer?
O menino Jesus quando se ofereceu para ir para a cruz para redimir todos os pecados da humanidade, esqueceu-se de avisar que todos os que viessem a seguir também teriam de passar pelo mesmo. Se ele tivesse avisado, de certeza que os outros não o tinham entregado...
Mas pronto... Quando me dão estas diarreias cerebrais, lembro-me da minha mãe, minha maior amiga, dos meus colegas do PD, todos meus amigos, da minha irmã, minha confidente. E regresso ao meu "habitat" natural. Volto a ser eu. Sempre a brincar, sempre bem disposto e disponivel, sempre teso, mas alegre e com a certeza de que se eu estou mal é porque ajudei alguém a ficar melhor. Isso serve-me de consolo...
___________________________________________________________________
E tu?
És diferente.
Quando te conheci, não vi nada de especial. Vi apenas uma maluca sem jeito. A ideia com que fiquei de ti foi a de que um dia serias a minha melhor amiga...........(colorida)......................E assim foi. Lembras-te de sairmos da aula? E o que fizemos depois? Lembras-te do que te disse? Eu lembro! Lembras-te do que te disse antes? Eu lembro! Lembro-me de tudo...
Lembro-me até de te ter dito que te amava. Mas já era tarde. É esta a minha sina... Chegar sempre tarde. E depois perdi-te, como perdi tudo e todos naquele tempo. Mas o desejo foi crescendo até ter rebentado e se ter tornado, infelizmente, num sonho, que já não sei se foi real ou imaginário.
Como eu gostei de ti, nem o melhor dos românticos o poderia descrever. Como eu te amei, nem o melhor pintor pode desenhar!
Mas passou.
Acordei do meu sonho, e depois de ti a minha vida foi um pesadelo........
Cigarros
Depois do tu, vem o você....... Tava a brincar...
Acendo outro cigarro e deixo-o no cinzeiro. Deixo-o até se apagar e não lhe toco. Mas vejo-o sem deixar de me espantar. "Conheci-o" muito novo e acompanhei toda a sua vida. Desde o momento em que se acendeu até ao momento em que se "apagou". E penso... Não seremos todos uma cambada de cigarros?! Todos somos acendidos e temos uma vida "mais curta que comprida"! Eu comparo-me a este cigarro que fumega sózinho ao me lado, estendido no cinzeiro e dá-me vontade de o salvar, de o apagar, de lhe dar mais uns momentos. Mas gelei, já não sinto essa necessidade de me compadecer com os outros. Quem se compadece hoje em dia? Porque haveria de ser diferente? E se fosse eu o cigarro? Quem me apagaria e daria mais uns instantes de vida?
E então o que faço? Ajudo a acabar com o seu sofrimento. Pego nele, dou-lhe uma passa e tiro-lhe mais um minuto de vida. Não somos todos assim?!
"I see you falling, how long to go, before you hit the ground?" (Eu vejo-te a cair, quanto tempo até bateres no chão?) Afinal o Tim Booth tem razão. Mas que fazer? "Gotta keep faith that your luck will change". Mas quando mudará?
Espero que na segunda! A vida sempre me correu mal. Tá na altura de os outros deixarem de me "dar passas" e eu possa ter mais uns minutos....
Acendo outro cigarro e deixo-o no cinzeiro. Deixo-o até se apagar e não lhe toco. Mas vejo-o sem deixar de me espantar. "Conheci-o" muito novo e acompanhei toda a sua vida. Desde o momento em que se acendeu até ao momento em que se "apagou". E penso... Não seremos todos uma cambada de cigarros?! Todos somos acendidos e temos uma vida "mais curta que comprida"! Eu comparo-me a este cigarro que fumega sózinho ao me lado, estendido no cinzeiro e dá-me vontade de o salvar, de o apagar, de lhe dar mais uns momentos. Mas gelei, já não sinto essa necessidade de me compadecer com os outros. Quem se compadece hoje em dia? Porque haveria de ser diferente? E se fosse eu o cigarro? Quem me apagaria e daria mais uns instantes de vida?
E então o que faço? Ajudo a acabar com o seu sofrimento. Pego nele, dou-lhe uma passa e tiro-lhe mais um minuto de vida. Não somos todos assim?!
"I see you falling, how long to go, before you hit the ground?" (Eu vejo-te a cair, quanto tempo até bateres no chão?) Afinal o Tim Booth tem razão. Mas que fazer? "Gotta keep faith that your luck will change". Mas quando mudará?
Espero que na segunda! A vida sempre me correu mal. Tá na altura de os outros deixarem de me "dar passas" e eu possa ter mais uns minutos....
Tu
Os James são brutais...
Sento-me ao computador para trabalhar, a ouvir estas belas músicas de estilo indie e dou por mim com uma enorme vontade de escrever... Mas eis que mais uma vez, algo se impõe... Escrever o quê? Sobre o quê?

TU...
Como deixámos as coisas chegarem onde chegaram? O que não fizemos? Se soubesses como te amei!! O nosso Verão... O meu Verão... É sempre no Verão. Tu chegaste de rompante. Conheci-te naquele aniversário e não mais nos largámos. Contaste-me toda a tua vida. Saímos juntos e conhecemo-nos. E se calhar esse foi o meu erro... Conheceste-me e abandonaste-me. Ofereci-me a ti e partiste, para no ano seguinte voltares mais fria do que nunca, para te teres esquecido...
Não olhaste para mim, não falaste para mim... De tantos, porque te meteste comigo? Log eu?
Eu que tenho esta facilidade de me magoar, esta facilidade de amar e ser deixado para trás..
Depois acabou. O Verão terminou, tu voltaste e eu fiquei...
Mas hoje tudo terminou. Digo te que te esqueci... Que se não fosse esta música nem me lembraria de ti, mas te garanto que não ma farás sofrer mais...
TU............. Já não ÉS.................................... ERAS
Sento-me ao computador para trabalhar, a ouvir estas belas músicas de estilo indie e dou por mim com uma enorme vontade de escrever... Mas eis que mais uma vez, algo se impõe... Escrever o quê? Sobre o quê?

TU...
Como deixámos as coisas chegarem onde chegaram? O que não fizemos? Se soubesses como te amei!! O nosso Verão... O meu Verão... É sempre no Verão. Tu chegaste de rompante. Conheci-te naquele aniversário e não mais nos largámos. Contaste-me toda a tua vida. Saímos juntos e conhecemo-nos. E se calhar esse foi o meu erro... Conheceste-me e abandonaste-me. Ofereci-me a ti e partiste, para no ano seguinte voltares mais fria do que nunca, para te teres esquecido...
Não olhaste para mim, não falaste para mim... De tantos, porque te meteste comigo? Log eu?
Eu que tenho esta facilidade de me magoar, esta facilidade de amar e ser deixado para trás..
Depois acabou. O Verão terminou, tu voltaste e eu fiquei...
Mas hoje tudo terminou. Digo te que te esqueci... Que se não fosse esta música nem me lembraria de ti, mas te garanto que não ma farás sofrer mais...
TU............. Já não ÉS.................................... ERAS
terça-feira, novembro 10, 2009
Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje

"O dia em que naci, moura e pereça"
Bem que tava para só escrever amanhã, mas apeteceu-me escrever hoje!
Estou a ouvir James e dá-me esta cena. Fumo uns cigarros, assobio e não me sai mais nada para escrever.
Mas enquanto fico, as ideias surgem e a escrita flui!
Hoje apetece-me falar de ti...
Já não és a mesma... Lembro-me bem de ti, mas nunca te vi. Conheço-te e nem sabes o meu nome. Quis-te e para ti sou o conhecido amigo da mana da amiga da outra que não te lembras bem que é...
Mas no dia em que soube de tudo, redescobri-te a ti, criança, pedindo boleia na berma.
Acendo mais um cigarro e deixo-o a pensar no canto da boca....
Eis então que passo e sou eu que já não te conheço, criança ávida de boleia, encharcada em sal.
Paro e sem que diga nada, pedes para entrar. Eu deixo, mas ficas na porta, longe, distante de todos e pedes um pouco de amor e calor. Já sequei. Não tenho nada para te oferecer. E voltas a chorar... Deixo te e afasto-me sem te pedir para entrar... e choras mais... Mas eu sequei...
Ofendes-me e pedes mais! Mas agora sou eu que te deixo.
Magoaste-me...
Deixo-te, mais uma vez, quase que me volto. Digo-te que cresças, mas longe. Digo-te para te criares, mas afastada. E sussuro, para que não oiças "já não te desejo!"
"moro no rés-chão do pensamento/e ver passar a vida faz-me tédio"
Bem que tava para só escrever amanhã, mas apeteceu-me escrever hoje!
Estou a ouvir James e dá-me esta cena. Fumo uns cigarros, assobio e não me sai mais nada para escrever.
Mas enquanto fico, as ideias surgem e a escrita flui!
Hoje apetece-me falar de ti...
Já não és a mesma... Lembro-me bem de ti, mas nunca te vi. Conheço-te e nem sabes o meu nome. Quis-te e para ti sou o conhecido amigo da mana da amiga da outra que não te lembras bem que é...
Mas no dia em que soube de tudo, redescobri-te a ti, criança, pedindo boleia na berma.
Acendo mais um cigarro e deixo-o a pensar no canto da boca....
Eis então que passo e sou eu que já não te conheço, criança ávida de boleia, encharcada em sal.
Paro e sem que diga nada, pedes para entrar. Eu deixo, mas ficas na porta, longe, distante de todos e pedes um pouco de amor e calor. Já sequei. Não tenho nada para te oferecer. E voltas a chorar... Deixo te e afasto-me sem te pedir para entrar... e choras mais... Mas eu sequei...
Ofendes-me e pedes mais! Mas agora sou eu que te deixo.
Magoaste-me...
Deixo-te, mais uma vez, quase que me volto. Digo-te que cresças, mas longe. Digo-te para te criares, mas afastada. E sussuro, para que não oiças "já não te desejo!"
"moro no rés-chão do pensamento/e ver passar a vida faz-me tédio"
Vale uma mini ou àgua, se for o beto a ler isto, a quem acertar no autor da frase supra...
segunda-feira, agosto 17, 2009
O meu primeiro livro
Aceitam se ideias. Há muito que tento escrever um romance, mas faltam me as ideias para tal. Sobre o quê? E as personagens? E a história? E o espaço?
Podia dizer que tudo começou naquele infernal verão de 1800, e Sebastião de Sinim acabava de completar o seu décimo sexto aniversário na companhia de seus pais, Ávilo e Levredna de Sinim e de sua irmã mais nova, Sebastiana de Sinim. Terá sido o seu aniversário mais banal de toda a sua longa vida. Era no entanto o mais importante. Eram as vésperas de entrada no seu curso de Conhecimento da Vida na Universidade da VidaTodAqui.
Um dia eu acabo isto… Ou vocês que me ajudem a construir a história desta família…
Podia dizer que tudo começou naquele infernal verão de 1800, e Sebastião de Sinim acabava de completar o seu décimo sexto aniversário na companhia de seus pais, Ávilo e Levredna de Sinim e de sua irmã mais nova, Sebastiana de Sinim. Terá sido o seu aniversário mais banal de toda a sua longa vida. Era no entanto o mais importante. Eram as vésperas de entrada no seu curso de Conhecimento da Vida na Universidade da VidaTodAqui.
Um dia eu acabo isto… Ou vocês que me ajudem a construir a história desta família…
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